Lulinha entrou na mira de parlamentares da oposição após a publicação de reportagens que afirmam que o filho de Lula teria recebido dinheiro de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.
A CPMI do INSS aprovou um pedido de quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por suspeita de envolvimento no escândalo do INSS. Após a aprovação feita na manhã desta quinta-feira (2) uma confusão com agressões físicas entre deputados parou imediatamente a sessão.
Após a aprovação dos requerimentos, deputados da base começaram uma confusão com o deputado Rogério Correia (PT-MG) partindo para cima do relator Alfredo Gaspar (União-AL). Depois, Correia empurrou Luiz Lima (Novo-RJ) e outros parlamentares entraram na briga.
Enquanto parlamentares da direita comemoravam eufóricos a conclusão da medida, aliados do presidente Lula (PT) partiram para cima dos integrantes da mesa que dirige os trabalhos.
Após a votação, houve confusão e empurra-empurra durante a sessão. Governistas se aproximaram da mesa diretora para protestar, quando houve o tumulto. Alguns parlamentares que ameaçavam brigar, inclusive, tiveram de ser separados.
Lulinha entrou na mira de parlamentares da oposição após a publicação de reportagens que afirmam que o filho de Lula teria recebido dinheiro de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.
Segundo o relator, deputado Alfredo Gaspar, a medida se faz necessária pela suspeita de que o filho do presidente tenha atuado como ‘sócio oculto’ de Antônio Camilo. “A necessidade de investigar Fabio Luis decorre diretamente de mensagens interceptadas em que Antônio Camilo, ao ser questionado sobre o destinatário de um pagamento de R$ 300 mil destinado à empresa de Roberta Luchsinger, responde explicitamente tratar-se de ‘o filho do rapaz’”, afirma.
Parlamenatres da base dizem que houve fraude na contagem dos votos e que questionarão o resultado junto ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP).
Redação: PBAQUI