Suspensão de contrato do IGESPE em Cajazeiras deixa mais de 200 profissionais à espera de pagamentos; entenda

A prisão do presidente do IGESPE durante a Operação Mamon, deflagrada pela Polícia Federal com apoio da CGU, repercutiu em Cajazeiras e levou a Prefeitura, na gestão da prefeita Socorro Delfino, a suspender cautelarmente o contrato com o instituto.

Com a medida, mais de 200 profissionais que atuavam por meio do IGESPE estariam sem receber salários e aguardam também uma definição sobre as verbas rescisórias. A situação gera preocupação diante da possibilidade de suspensão ou retenção de valores que ainda seriam repassados ao instituto.

Pela legislação, a responsabilidade inicial pelos pagamentos é do empregador. Eventual responsabilidade do Município dependerá da comprovação de falha na fiscalização do contrato, conforme entendimento do STF no Tema 1.118.

Agora, os trabalhadores aguardam uma solução para o pagamento dos serviços já prestados e a definição sobre seus direitos trabalhistas.

Redação: PBAQUI

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