Adriano Galdino diz que prefere esperar decisão do STF sobre emendas antes de votar LDO

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) é a lei que estabelece as metas e prioridades da administração pública para o ano seguinte.

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), o deputado estadual Adriano Galdino (Republicanos),  declarou que prefere esperar decisão do STF (Superior Tribunal Federal) sobre emendas antes de votar LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias).  “Talvez seja melhor a gente esperar a decisão para so votar a LDO com uma realidade já definida”, resumiu. 

A decisão do STF a qual o deputado se refere aAções Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) apresentadas pela administração da Paraíba, que contestam normas aprovadas pela Assembleia Legislativa referentes ao orçamento deste ano, emendas de deputados autonomia financeira dos poderes. O Supremo Tribunal Federal irá avaliar as ADIs no dia 25 de junho.

A ADI 7867 contesta artigos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 que foram aprovados pela Assembleia. Já a ADI 7868 diz respeito a uma emenda à Constituição estadual que estabeleceu atualização automática dos orçamentos do Judiciário, Ministério Público, Tribunal de Contas, Assembleia Legislativa e Defensoria Pública.

“Temos duas ações pautadas para esse mês de junho. Tanto o Ministro Toffoli quanto o ministro Fachin pauta as ações para o mes de junho, então vamos dialogoar com os deputados na próxima sessão, na próxima terça-feira para que a gente possa combinar como vai ser feita essa questão da LDO, pois, pelo regimento, a gente tem que votar a LDO para entrar em recesso”, declarou em entrevista a Rádio Arapuan.

Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)

Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) é a lei que estabelece as metas e prioridades da administração pública para o ano seguinte. Ela orienta a elaboração do orçamento anual, define regras para gastos com pessoal, estipula limites para a política fiscal e garante o equilíbrio entre receitas e despesas.

A Lei ajuda o governo a priorizar os investimentos e orienta em como o recurso disponível para o próximo ano deverá ser gasto, tudo isso de acordo com a necessidade de cada setor – sem deixar de cumprir as metas do governo.

Ela contém as metas, prioridades e despesas de capital do governo municipal, estadual e federal para o exercício financeiro do ano seguinte, sendo o documento que determina qual será o orçamento anual do Legislativo, Judiciário e Ministério Público e quais serão as alterações da legislação tributária, dispondo sobre gastos com colaboradores e política fiscal.

Redação: PBAQUI

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