Mais de 60 cidades do sertão paraibano permanecem sob alerta de baixa umidade hoje

Nas cidades afetadas, a umidade relativa do ar estará variando entre 30% e 20%. Há risco de incêndios florestais e à saúde.

Mais de 60 cidades do sertão paraibano permanecem sob alerta de baixa umidade hoje (11).O aviso de “Perigo Potencial” devido a baixa umidade é válido das 10h às 23h de hoje.

Nas áreas afetadas, a umidade relativa do ar estará variando entre 30% e 20%. Há risco de incêndios florestais e à saúde.

As autoridades orientam que a população beba bastante líquido, evite desgaste físico nas horas mais secas e evite exposição ao sol nas horas mais quentes do dia.

Cidades paraibanas afetadas pela baixa umidade

  1. Água Branca
  2. Aguiar
  3. Aparecida
  4. Bernardino Batista
  5. Boa Ventura
  6. Bom Jesus
  7. Bom Sucesso
  8. Bonito de Santa Fé
  9. Brejo dos Santos
  10. Cachoeira dos Índios
  11. Cajazeiras
  12. Cajazeirinhas
  13. Carrapateira
  14. Catingueira
  15. Catolé do Rocha
  16. Conceição
  17. Condado
  18. Coremas
  19. Curral Velho
  20. Diamante
  21. Emas
  22. Ibiara
  23. Igaracy
  24. Imaculada
  25. Itaporanga
  26. Jericó
  27. Joca Claudino
  28. Juru
  29. Lagoa
  30. Lastro
  31. Manaíra
  32. Marizópolis
  33. Mato Grosso
  34. Monte Horebe
  35. Nazarezinho
  36. Nova Olinda
  37. Olho d’Água
  38. Paulista
  39. Pedra Branca
  40. Piancó
  41. Poço Dantas
  42. Poço de José de Moura
  43. Pombal
  44. Princesa Isabel
  45. Riacho dos Cavalos
  46. Santa Cruz
  47. Santa Helena
  48. Santa Inês
  49. Santana de Mangueira
  50. Santana dos Garrotes
  51. São Bentinho
  52. São Domingos
  53. São Francisco
  54. São João do Rio do Peixe
  55. São José da Lagoa Tapada
  56. São José de Caiana
  57. São José de Piranhas
  58. São José de Princesa
  59. Serra Grande
  60. Sousa
  61. Tavares
  62. Triunfo
  63. Uiraúna
  64. Vieirópolis

Todas as áreas afetadas

Centro Goiano, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Leste Goiano, Sul Cearense, Vale São-Franciscano da Bahia, Ocidental do Tocantins, Sudeste Piauiense, Sertões Cearenses, Centro-Sul Mato-grossense, Sul Goiano, Sertão Pernambucano, São Francisco Pernambucano, Centro-Norte Piauiense, Sudeste Paraense, Nordeste Mato-grossense, Sertão Paraibano, Leste de Mato Grosso do Sul, Oeste Potiguar, Centro Norte de Mato Grosso do Sul, Oriental do Tocantins, Norte Mato-grossense, Leste Rondoniense, Sudoeste Paraense, Sudeste Mato-grossense, Norte Goiano, Sul Maranhense, São José do Rio Preto, Sudoeste Piauiense, Oeste Maranhense, Centro Norte Baiano, Extremo Oeste Baiano, Centro-Sul Cearense, Sul Amazonense, Pantanais Sul Mato-grossense, Noroeste Goiano, Centro Maranhense, Sudoeste Mato-grossense, Noroeste de Minas, Leste Maranhense, Norte de Minas, Distrito Federal, Centro Sul Baiano, Nordeste Baiano, Jaguaribe, Araçatuba.

Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Problemas do clima seco

Na estação do inverno, a redução da umidade do ar nas cidades gera complicações para a saúde humana, como o agravamento de sintomas respiratórios, entre eles, o sangramento nasal. Mas o tempo seco nas cidades não existe apenas nos meses frios do ano — em algumas regiões, esse fenômeno também ocorre durante o verão.
Além desses problemas, essa condição do clima causa irritações nos olhos e insuficiência em órgãos vitais, como coração e pulmões. Por isso, é importante tomar algumas precauções para diminuir os riscos.
O parâmetro adequado da umidade atmosférica deve ficar em torno de 50% e 80%. Quando fica abaixo de 30%, muitas pessoas sentem desconforto físico ou manifestam doenças. Além disso, esse estado crítico do clima torna mais graves os efeitos da poluição, pois a dispersão de poluentes é comprometida.

Existe uma grande variedade de enfermidades que se manifestam durante o tempo seco. Conheça as mais comuns e saiba como tratá-las.

Rinite alérgica

Quando o corpo humano entra em contato com agentes alérgenos (poeira, mofo, pólen, ácaros etc.), produz defesas para que não atinjam o pulmão. Coriza e espirros, por exemplo, são formas de eliminar essas impurezas. Com a baixa umidade, existem mais resíduos suspensos no ar, o que irrita a mucosa nasal e causa rinite alérgica. Um aparelho umidificador de ambiente pode aliviar o problema. Mas é importante ter cuidado para não usá-lo 24 horas por dia, pois o excesso de vapor d’água favorece o surgimento de bolor e mofo, que provocam alergias. Use o equipamento apenas na hora de dormir ou enquanto estiver no cômodo, por exemplo.

Irritações na pele

Vermelhidão e coceira na pele são sintomas de dermatite. No tempo seco, as impurezas presentes no ar das cidades podem gerar esse problema. Além disso, o organismo desidratado diminui a camada de gordura da pele, que funciona como uma barreira contra agentes externos. Tomar líquido e usar cremes hidratantes ajudam a evitar esses problemas, pois essas medidas favorecem a retenção de água enquanto estamos expostos ao sol. Reduzir a temperatura do chuveiro também previne o ressecamento.

Faringite

O ar com baixa umidade carrega vírus e bactérias. Gripe, resfriado e faringite são mais comuns nessa condição. Isso porque o muco das vias aéreas fica mais espesso e estimula a proliferação desses microrganismos no corpo. Beber de dois a três litros de água por dia e consumir frutas “aguadas” (abacaxi, laranja, morango, melão e melancia) ajuda a manter o corpo hidratado.

Irritações nos olhos

No tempo seco, as impurezas podem entrar em contato com a vista e causar irritações. Coceira, vermelhidão, dor e aumento da secreção lacrimal são os sintomas mais comuns. Para evitar, use óculos escuros e pingue colírios que imitam lágrimas. Antes de comprar esse medicamento, consulte seu médico, pois algumas marcas contêm corticoide, substância que pode prejudicar os olhos se usada de forma indevida.

Sinusite

Por fim, essa condição climática das cidades também afeta as membranas que revestem os seios nasais do rosto, comprometendo a drenagem do muco, que fica mais espesso pela falta de umidade. Como o ar não circula livremente, microrganismos se proliferam com facilidade e causam a sinusite, que é a inflamação nos seios da face. Os sintomas dessa doença costumam ser intensos, como dor de cabeça, cansaço, coriza espessa, febre, sangramento do nariz e pressão na face. Cuidar da rinite alérgica, umidificar o ar do cômodo com um balde de água, toalha molhada ou umidificador diminui o risco de a sinusite surgir.

 (sistema de saúde Einstein)
Redação: PBAQUI

 

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