Inmet emite novo alerta de clima seco com risco de incêndios florestais para mais de 90 cidades paraibanas

De acordo com o Inmet, a umidade relativa do ar deve ficar entre 20% e 30% durante o período de vigência do alerta.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de baixa umidade do ar para 96 municípios da Paraíba nesta quarta-feira (21). O aviso começou às 9h da manhã e permanece válido até as 22h.

De acordo com o instituto, a umidade relativa do ar deve ficar entre 20% e 30% durante o período de vigência do alerta. A condição é considerada de atenção, principalmente por causa dos efeitos que o tempo seco pode provocar.

O Inmet aponta baixo risco de incêndios florestais e de problemas relacionados à saúde, mas recomenda que a população afetada pelo alerta adote alguns cuidados enquanto as condições persistirem.

Entre as orientações estão: beber bastante água ao longo do dia; evitar atividades físicas intensas, principalmente nos períodos mais quentes; reduzir a exposição ao sol entre o fim da manhã e a tarde, buscando locais protegidos.

Em situações de emergência nas áreas afetadas pelo alerta, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

A baixa umidade do ar (quando fica abaixo de 30%, segundo a Organização Mundial da Saúde) como a apontada no alerta, prejudica o funcionamento do corpo e compromete a imunidade. Pessoas que sofrem com problemas respiratórios, como asma, bronquite e alergias, podem ter seus sintomas agravados.

Cidades afetadas pelo alerta

  1. Água Branca
  2. Aguiar
  3. Amparo
  4. Aparecida
  5. Areia de Baraúnas
  6. Belém do Brejo do Cruz
  7. Bernardino Batista
  8. Boa Ventura
  9. Bom Jesus
  10. Bom Sucesso
  11. Bonito de Santa Fé
  12. Brejo do Cruz
  13. Brejo dos Santos
  14. Cachoeira dos Índios
  15. Cacimba de Areia
  16. Cacimbas
  17. Cajazeiras
  18. Cajazeirinhas
  19. Carrapateira
  20. Catingueira
  21. Catolé do Rocha
  22. Conceição
  23. Condado
  24. Coremas
  25. Curral Velho
  26. Desterro
  27. Diamante
  28. Emas
  29. Ibiara
  30. Igaracy
  31. Imaculada
  32. Itaporanga
  33. Jericó
  34. Joca Claudino
  35. Juru
  36. Lagoa
  37. Lastro
  38. Livramento
  39. Mãe d’Água
  40. Malta
  41. Manaíra
  42. Marizópolis
  43. Mato Grosso
  44. Maturéia
  45. Monte Horebe
  46. Monteiro
  47. Nazarezinho
  48. Nova Olinda
  49. Olho d’Água
  50. Ouro Velho
  51. Passagem
  52. Patos
  53. Paulista
  54. Pedra Branca
  55. Piancó
  56. Poço Dantas
  57. Poço de José de Moura
  58. Pombal
  59. Prata
  60. Princesa Isabel
  61. Quixaba
  62. Riacho dos Cavalos
  63. Salgadinho
  64. Santa Cruz
  65. Santa Helena
  66. Santa Inês
  67. Santa Luzia
  68. Santana de Mangueira
  69. Santana dos Garrotes
  70. Santa Teresinha
  71. São Bentinho
  72. São Bento
  73. São Domingos
  74. São Francisco
  75. São João do Rio do Peixe
  76. São José da Lagoa Tapada
  77. São José de Caiana
  78. São José de Espinharas
  79. São José de Piranhas
  80. São José de Princesa
  81. São José do Bonfim
  82. São José do Brejo do Cruz
  83. São José do Sabugi
  84. São José dos Cordeiros
  85. São Mamede
  86. Serra Grande
  87. Sousa
  88. Sumé
  89. Taperoá
  90. Tavares
  91. Teixeira
  92. Triunfo
  93. Uiraúna
  94. Várzea
  95. Vieirópolis
  96. Vista Serrana

Demais áreas afetadas pelo alerta

Centro Goiano, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Leste Goiano, Central Mineira, Sul Cearense, Centro Sul Baiano, Vale São-Franciscano da Bahia, Sudeste Piauiense, Sertões Cearenses, Centro-Sul Mato-grossense, Sul Goiano, Oeste Potiguar, Sertão Pernambucano, Leste Maranhense, São Francisco Pernambucano, Centro-Norte Piauiense, Sertão Alagoano, Sertão Paraibano, Leste de Mato Grosso do Sul, Noroeste Cearense, Centro Norte de Mato Grosso do Sul, São José do Rio Preto, Sudeste Mato-grossense, Sul Maranhense, Jaguaribe, Sudoeste Piauiense, Centro Norte Baiano, Borborema, Araçatuba, Extremo Oeste Baiano, Central Potiguar, Nordeste Baiano, Centro-Sul Cearense, Pantanais Sul Mato-grossense, Metropolitana de Belo Horizonte, Norte Cearense, Noroeste Goiano, Nordeste Mato-grossense, Ribeirão Preto, Oeste de Minas, Noroeste de Minas, Sudoeste Mato-grossense, Norte Piauiense, Norte de Minas, Sudoeste de Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Sertão Sergipano, Sul/Sudoeste de Minas, Jequitinhonha, Centro Maranhense, Oriental do Tocantins, Norte Goiano, Norte Mato-grossense, Presidente Prudente

Dicas de cuidados no clima seco

Para minimizar os efeitos adversos do calor e da seca nas áreas atingidas pelo alerta, confira as orientações do médico:

  1. Hidrate-se constantemente: Beber água regularmente é essencial, principalmente para crianças e idosos que podem não perceber a necessidade de se hidratar. Ofereça líquidos diversas vezes ao dia e monitore o estado de hidratação.
  2. Evite atividades físicas nos horários mais quentes: Praticar exercícios ao ar livre deve ser evitado entre 10h e 16h, quando as temperaturas e a radiação solar estão mais elevadas.
  3. Cuide da pele e lábios: Use hidratantes ricos em emolientes logo após o banho e durante o dia. Para os lábios, um protetor labial ajuda a prevenir rachaduras e desconforto.
  4. Proteja os olhos: O uso de lágrimas artificiais pode aliviar a irritação ocular em ambientes secos.
  5. Evite banhos quentes e longos: Prefira banhos curtos e frios para não remover a oleosidade natural da pele, que ajuda na proteção contra o ressecamento.
  6. Umidifique os ambientes: Utilize umidificadores de ar para manter a umidade em níveis confortáveis (entre 40% e 60%). Essa prática alivia o ressecamento das vias respiratórias e da pele.
  7. Ventile os ambientes: Embora a umidificação seja importante, garantir a circulação de ar fresco evita o acúmulo de alérgenos e melhora a qualidade do ar interno.
  8. Soluções salinas nasais: O uso de soro fisiológico nas narinas ajuda a manter as vias respiratórias umedecidas, prevenindo irritações.
  9.  Cuidados com grupos vulneráveis: Crianças e idosos devem ser monitorados e estimulados quanto à hidratação e ao conforto em ambientes secos.
  10. Essas medidas ajudam a mitigar os efeitos adversos do calor extremo e da baixa umidade, protegendo a saúde da população de Mato Grosso do Sul durante esse período crítico.

Redação: PBAQUI

Com ClickPB

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