Prioridade do partido é o palanque de Lula e sua possível reeleição nas eleições de 2026.
A deputada estadual e presidente do Partido dos Trabalhadores na Paraíba, Cida Ramos (PT) negou, em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta sexta-feira (19) candidatura própria do partido na disputa pelo governo da Paraíba. De acordo com ela, a prioridade do partido é o palanque de Lula e sua possível reeleição nas eleições de 2026 “essa é a orientação nacional. Hoje, Lula tem mais de 60% dos votos na Paraíba. É um pacto pela nação e pela Paraíba”, avaliou.
A parlamentar esteve reunida com o vice-governador Lucas Ribeiro e destacou a construção das alianças para o pleito há um anos da campanha. “É natural que as forças políticas procurem o Partido dos Trabalhadores. Esse é um momento de diálogo, como o partido percebe esse momento e os próximos desafios. Então é normal que essas conversas estejam ocorrendo não somente com o PT, mais com os demais partidos. Nosso desejo é uma frente ampla. Temos dito isso repetidas vezes”, destacou Cida.
“O PT não fechou porta pra ninguém. Hoje mesmo conversei com Adriano Galdino. Política se faz assim com bastante ponderação e discussão. É assim que nós vamos conduzir. Quando o PT me elegeu presidenta já sabia que eu iria conduzir dessa forma. Quem decide é o partido”, relatou.
A presidente do PT ainda lembrou que com os dados da economia com a presidência de Lula faz com que os demais partidos queiram alianças com a esquerda. “Lula pegou esse pais com 11,5 % de desemprego. Nós estamos hoje a 5, 6 %. Nós estamos reduzindo a inflação, em torno de 5%. Então é natural que as forças que querem fazer um pacto pelo Brasil e pela Paraíba procurem o PT. Mesmo em meio as divergências, podemos encontrar convergências. João é da base do presidente Lula, que está em um partido que tem a vice presidência”, considerou.
Questionada se o PT indicará o vice na chapa de Lucas, Cida optou pelo bom senso, em meio ao cenário ainda de incertezas no jogo partidário da política “precisamos primeiro ter algo mais concreto, o partido hoje tem expertise de analisar cenários e quadros qualificados mais ainda estamos em sondagem e conversas preliminares. Filiados precisam ser ouvidos através de plenárias. Eu só quero entrar em uma disputa após esses processos. O PT vem forte, mas vem com muita discussão. Temos Luciano, Luiz Couto, Marcos Henriques”, concluiu.
Redação: pbaqui.com.br
Com: ClickPB